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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Corpo de Delito - Resenha/Desafio


"É das noites que tenho medo.
Quando meus pensamentos rastejam de volta para os vãos sombrios e espalham suas teia terríveis, eu ma perco nas ruas da Cidade Velha, atraída pelos bares barulhentos como uma mariposa pela luz."

Mais um desafio vencido, mais um livro da Patricia Cornwell para a conta! Devo confessar que virei fã e já estou com outros vários livros seu na estante. E vamos que vamos.
"Corpo de Delito", Editora Paralela é o segundo volume da série Scarpetta - tem resenha do primeiro aqui também.
Kay Scarpetta é uma médica legista ousada, esperta e eficiente no que faz. Cadáveres estendidos em maca de metal não oferecem um espetáculo propriamente agradável. Vítimas de assassinato, menos ainda. Para a dra. Kay, porém, o corpo de Cary Harper pode se transformar em um aliado importantíssimo. Ela fará de tudo para obter pistas que possam auxiliar na captura do assassino.
Munida de facas, serras, tubos de ensaio e microscópios, a dra. Scarpetta vai dialogando com a carne sem vida da bela jovem escritora.
Uma das alunas mais brilhantes da faculdade de medicina de Cornell, a dra. Kay Scarpetta surpreendeu colegas e professores ao resolver se dedicar à medicina legal. Para uma jovem como ela, havia uma série de outras opções que a maioria das pessoas julgaria mais convenientes. Nada, porém, a atraia mais do que a possibilidade de montar e desmontar, dia após dia, os diversos mecanismos da morte.
Pistas falsas ou incompletas vão distanciando cada vez mais a polícia do criminoso. Mas a trama começa a ser desvendada quando a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que diz "enxergar" a alma do assassino. O estranho acaba fornecendo a única pista correta para a identidade do criminoso. Ele agora tem um nome, mas está à solta.
O livro é bom do começo ao fim, trás muitas dúvidas e desfechos inusitados.
E vem a lição: CUIDADO com a pessoa que está do outro lado do olho mágico de sua porta, ele nem sempre é o que aparenta! #ficadica, rsrsrs.
Boa viagem literária!

Cláu Trigo

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