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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A Solidão dos Números Primos

Retornando, aos poucos, aos velhos hábitos.
2011.
Em menos de 8 horas devorei um livro: "A solidão dos números primos" de Paolo Giordano. Vale MUITO a pena.
O livro é como uma torta sorvete de chocolate: é impossível parar antes de tê-lo devorado.
Se fosse para analisar pelo nome talvez nem tivesse pego o livro na mão. No entanto, fiquei curiosa para saber o que teria dentro de um livro com esse título. E tive uma grata surpresa.
O livro é daqueles que te prende desde o primeiro parágrafo Você passa a fazer parte dele, se envolve de tal forma que consegue durante essa "viagem", ter várias releituras e olhares sobre episódios que poderiam ser parte de sua vida, ou de alguém que você conheceu.
Rico é o desenrolar da história. É um entra e sai de dúvidas, perspectivas, desencontros, incertezas. É uma mistura de duas solidões que jamais se encontram. Nunca poderão ser uma só.
É a construção de muitos olhares, mas nada definitivo.
Conselho de 2011: é um livro que vale cada minuto "perdido" com ele.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

2011

Ano novo!
Vida nova?
Quantas e quantas vezes nesses últimos anos me vi fazendo essa promessa...
Nada de novo vi acontecer.
As coisas se repetem feito um ciclo que vai e volta depois de algum tempo. É como se a gente vivesse as coisas repetidas vezes e depois de algum tempo novamente, e depois novamente, e depois de novo!
É estranho falar nisso, mas é assim que enxergo as coisas. Um ciclo que vai e volta de tempo em tempo. Nada muda! É como um eterno aprendizado, onde na maioria das vezes aprendemos muito pouco.
É como olhar em volta e ver sempre a mesma coisa, um déjà vu.
Nada muda ou se renova. Tudo se repete.
Esse ano estou apostando as poucas fichas que me restaram para acrescentar algo novo nesse vai e vem de incertezas.
Percebo a urgência de renovação, mas não sei muito o que fazer.
Os olhares são todos iguais, assim como são os caminhos. Não é preciso inventar nada. Não adianta. Agora somos dois procurando a mesma coisa... Além disso o jogo encontra por si só o seu caminho, e é justamente nesse momento que encontro o seu olhar. O novo!
Reconheço a minha solidão em você. Vejo-me em você.
2011... que venha, de novo, os velhos sonhos, a mesma esperança, os novos desejos.
Desejos?
Vários... concretos, discretos, irrequietos, diretos!!!
Bem-vindo, 2011!