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domingo, 29 de março de 2015

Mais Um Brasileiro para A Lista - Visões Noturnas


"A felicidade vai sendo adiada, adiada e adiada, até que não haja mais tempo para encontrá-la. É quando as pessoas fazem, então, a felicidade dos vermes que roem suas frias carnes que para nada mais prestam, a não ser para adubar a terra ou para sujar os lençóis freáticos das cidades com o suco da decomposição. É a eterna e doce ilusão do ser humano de que sempre haverá um amanhã para consertar as besteiras feitas hoje. Talvez o mundo devesse ser devolvido aos macacos, para que, dessa vez, fizessem as coisas direito..." (Conto A Casa da Infância)

Visões Noturnas, do Maurício Caldeira, Editora Novo Século, é um livro de contos de suspense e terror.
Eu estava muito animada para lê-lo, mas tenho um sério problemas com contos, nunca consigo terminá-los. E para ser sincera, fiquei parada por volta do terceiro contos um bom tempo sem conseguir continuá-lo, e não era por não ser bom, e sim porque tenho dificuldades de continuar, não existe um ritmo ao longo do livro.
Mas depois de um tempo coloquei na minha cabeça que tinha que terminar, senão, não iria dormir sossegada, e posso afirmar que o livro e os contos são muito bons!
Tive alguns preferidos, que simplesmente amei! Outros não gostei tanto, mas mais por não ser muito meu estilo..., mas recomendo para todos.
Não tive medo em nenhum deles, pois são bem poucos que se tratam do medo paranormal. Quase todos tratam mais do medo psicológico, daqueles que você pensa antes de fazer algo para não ter aquela consequência no futuro.
Essa capa é fantástica, faz a gente se arrepiar. Ela é uma daquelas que a gente compra só por causa dela. O texto também é muito bem escrito e com frases e parágrafos muito inteligentes. Retirei vários momentos para anotar.
Todos os contos se passam na mesma cidade, Monserrat.

"- Denis, vou te dizer uma coisa. A verdadeira loucura está na total normalidade. Uma pessoa normal vê uma desajustada como louca, mas o contrário também acontece." (Conto A Casa da infância)

São 12 contos: Royal Street Flash - Auriel - A Casa da Infância - A viagem - Como uma Pedra - Embaixo da Cama - Lado B - Alta - O Centenário - O Elefante é o Pior - O Arqueiro - Força do Hábito.
Os que mais gostei foram: Auriel, A Casa da Infância, A Viagem, Lado B, O Centenário e Força de Hábito (bastante, mas fazer o que, não consigo escolher só um)
Fico muito feliz ao ver cada vez mais os autores nacionais ganhando mais credibilidade e crescendo.
Fica a dica, mais um para a lista!

Até o próximo e boa leitura!
Carol!

terça-feira, 24 de março de 2015

Book Haul - Março/2015


Esse mês extrapolamos nossa média de livros e compramos muita coisa.
A grande maioria estava muito barato, mas vários deles não conhecemos. Vamos ver se valeu o investimento.
Devido à esses "momentos-loucura" nosso, a lista sempre aumenta, nunca diminui. Por causa disso, esse mês não teremos comentários dos livros.
Portanto, fiquem a vontade para nos contarem suas opiniões!
Vamos ao que interessa...


Sem Esperança
Collen Hoover
Galera Record
A Estrada da Noite
Joe Hill
Sextante
A Última Vítima
Tess Gerristsen
Record

O Palácio da Meia-Noite
Carlos Ruiz Zafón
Suma da Letras
Mathilda Savitch
Victor Lodato
Intrínseca
Na Própria Carne
Gillian Flynn
Rocco
















No Escuro
Elizabeth Haynes
Intrínseca
Em Nome do Mal
James Oswald
Record
Todas as Cores da Escuridão
Peter Robinson
Record
















Prisioneiros do Inverno
Jennifer McMahon
Record
Os Bons Suicidas
Toni Hill
Tordesilhas
Objetos Cortantes
Gillian Flynn
Intrínseca
















Morte Invisível
Lene Kaaberbol &
Agnete Friis
Arqueiro
Sangue na Neve
Lisa Gardner
Novo Conceito
Dias da Meia-Noite
Neil Gaiman
Panini Books


Mandem para nós seus primeiros olhares.
Boa leitura e até a próxima!
Carol e Cláudia!

Reconstruindo Amelia


"São adolescentes. Essas coisas entre elas são efêmeras, e os limites são muitos mais tênues do que na nossa época. Não concorda? - Celeste esperou que Kate assentisse. Kate não se moveu. - Pessoalmente, acho que boa parte do tempo os adolescentes não entendem os próprios relacionamentos, muito menos por que terminam."

"Reconstruindo Amelia", de Kimberly McCreight, Editora Arqueiro foi uma decisão que tomei depois de muitos comentários legais sobre o livro. Talvez por conta e risco não tivesse lido. Sei lá...
O livro trás uma velha questão para reflexão. Pais que vivem para o trabalho pensando no "bem esta" material dos filhos. É um assunto batido, mas bem atual para nossos dias.
Até que ponto a ausência afetiva dos pais podem refletir na formação de nossos filhos?
Kate Baron, uma bem-sucedida advogada, está no meio de uma das reuniões mais importantes de sua carreira quando recebe um telefonema. Sua filha, Amelia, foi suspensa por três dias do Grace Hall, o exclusivo colégio particular onde estuda.
Como isso foi acontecer? O que sua sensata e inteligente filha de 15 anos poderia ter feito de errado para merecer a punição? Sua incredulidade, no entanto, vai aos poucos se transformando em pavor em deparar, no caminho para o colégio, com um carro de bombeiros, uma dúzia de policiais e uma ambulância com as luzes desligadas e portas fechadas.
Amelia está morta.
Aparentemente incapaz de lidar com a suspensão, a garota subiu no telhado e se jogou. O atraso de Kate para chegar a Grace Hall foi tempo suficiente para o suicídio. Pelo menos essa é a versão do colégio e da polícia.
Em choque, Kate tenta compreender por que Amelia decidiu pôr fim à própria vida. Por tantos anos, as duas sempre estiveram unidas para enfrentar qualquer problema. Por que aquele ato impulsivo agora?
Suas convicções sobre a tragédia e a própria filha estão prestes a mudar quando, pouco tempo depois do funeral, ela recebe uma mensagem de texto no celular.
Alternando a história de Kate com registros do blog, e-mails e posts no Facebook da filha, Redescobrindo Amelia é um thriller empolgante que vai surpreender o leitor até a última página.
É um bom livro para reflexão e alguns questionamentos que estão em alta hoje em dia. Qual é o preço que pagamos pela falta de diálogos com pessoas queridas? Será que o tempo dispensado em tantas horas de trabalho para recompensas materiais é tão importante assim?
O quanto conhecemos, de fato, as pessoas que amamos?
Com personagens bem construídas, histórias alternadas entre Kate, Amelia e meios eletrônicos, o vai-e-vem da história vai desenrolando numa história alucinante pela busca da verdade, questionamentos e descobertas surpreendentes.
Valeu a pena me arriscar nessa história, onde o amor incondicional de uma mãe em busca pela verdade, move montanhas.
Recomendo.

Cláudia Trigo

sexta-feira, 20 de março de 2015

Primeiros Olhares: A Playlist de Hayden


“Você nunca conhece uma pessoa até ouvir o que ela gosta”.

Essa semana recebemos os oito primeiros capítulos do livro "A Playlist de Hayden", de Michelle Falkoff, Editora Novo Conceito. E estamos muito felizes com isso!
Como são só as primeiras 86 páginas não temos muito o que falar, mas do pouco que lemos podemos afirmar que ficamos com o gostinho de querer saber mais sobre o desenrolar da história.
Começando pela capa... Ela é bem bonita! Só por causa dela já dá vontade de ler.
A história se passa em volta de Sam, que acabou de perder seu melhor amigo Hayden por suicídio - não é spoiler, está atrás do livro. A única coisa que ele deixou foi um pendrive cheio de músicas e um bilhete dizendo: "Para Sam. Ouça. Você vai entender.".
Para Sam, seu caminho está acabado, pois se sente culpado pelo o que aconteceu, mesmo sabendo que tem que aceitar. Ele passa os dias ouvindo a playlist deixada por Hayden e tentando entender o motivo de seu suicídio.
Os personagens são cativantes e a história muito bem construída.
Uma leitura super fácil e, com certeza, um pouco depressiva. A escolha das músicas que vimos nessa prévia são brilhantes e se encaixam perfeitamente na história.
Antes de cada capítulo tem o nome de uma música e do cantor/grupo. A ideia é ótima! Não sei quais outras músicas tem no resto do livro, mas posso dizer que já colocamos várias dessas aqui nos nossos celulares.
Para finalizar, podemos dizer que estamos muito ansiosas e que foi um sacrifício parar bem no meio do livro, no melhor momento, rsrs. Podemos chamar isso de tortura!
Com certeza, vamos terminá-lo. 
O livro será lançado no dia 06 de abril, então fiquem de olho! Estamos aguardando para comprar o nosso.

Boa leitura e até o próximo!
Cláudia e Carol!

sábado, 14 de março de 2015

Lançamentos DarkSide® Books

Em primeira mão para nossos observadores! Saindo do forno da editora DarkSide® Books direto para estantes exigentes...

A editora está lançando o premiado Golem e o Gênio, de Helene Wecker. Um romance fantástico que conta os confrontos e as barreiras vividas por duas culturas tão próximas, ainda que aparentemente opostas. O leitor se transporta à Nova York da virada do século XX, em uma viagem fascinante através das culturas árabe e judaica. Seus guias serão poderosos seres mitológicos. Chava é uma golem, criatura feita de barro, trazida à vida por um estranho rabino envolvido com os estudos alquímicos da Cabala. Ahmad é um gênio feito de fogo, nascido no deserto sírio, preso em uma antiga garrafa de cobre por um beduíno séculos atrás.
Atraídos pelo destino, Ahmad e Chava se tornam improváveis amigos e companheiros de alma, desafiando suas naturezas opostas, até uma noite em que um terrível incidente os separa. Mas uma poderosa ameaça vai reuni-los novamente, colocando em risco suas existências e obrigando-os a fazer uma escolha definitiva.
O romance de estreia de Helene Wecker reúne mitologia popular, ficção histórica e fábula mágica, entrelaçando as culturas árabe e judaica com uma narrativa inventi
va e inesquecível, escrita de maneira primorosa.
Golem e o Gênio foi eleito uma das melhores fantasias históricas pelo Goodreads e ganhou o Prêmio da VCU Cabell de Melhor Romance de Estreia.

Outro lançamento é Onde Cantam os Pássaros, de Evie Wyld.O livro vem conquistando prêmios literários tradicionais como o Barnes & Noble Discover Award, oferecido pela livraria aos novos autores de destaque, o britânico Jerwood Fiction Uncovered Prize e o mais importante prêmio australiano, Miles Franklin Award.
Com tramas paralelas, passadas em épocas e hemisférios diferentes, o leitor vai montando um intrigante quebra-cabeça com o que lhe é fornecido.
A fazendeira Jake White leva uma vida simples numa ilha inglesa. Suas únicas companhias são rochedos, a chuva incessante, suas ovelhas e um cachorro, que atende pelo nome de Cão. Tendo escolhido a solidão por vontade própria, Jake precisa lidar com acontecimentos recentes que põem em dúvida o quanto ela realmente está sozinha – e o quanto estará segura. De tempos em tempos, uma de suas ovelhas aparece morta, o que pode ser muito bem obra das raposas que habitam a floresta próxima à sua fazenda. Ou algo pior. Um menino perdido, um homem estranho, rumores sobre uma fera e fantasmas do seu próprio passado atormentam a vida de uma mulher que sonha com a redenção.
Aos poucos, vamos descobrindo mais sobre as suas habilidades em tosquiar e cuidar de ovelhas, aprendidas ainda quando jovem, em sua terra natal, na Austrália. E vamos aprendendo também o que aconteceu lá, que acabou por conduzir White à uma vida de reclusão e isolamento. E sobre as contradições e diferenças entre um passado (sempre narrado no tempo verbal presente) cheio de vida e calor, e o presente (narrado por sua vez no passado) repleto de lama, frio e um ritmo mais desacelerado, paira uma atmosfera absolutamente brutal.
Com uma prosa verdadeiramente excepcional, o estilo da autora reúne tanto clareza como substância e apresenta uma personagem inesquecível, enigmática, trágica, assombrada por um passado inescapável. Uma mulher forte, ainda que tão passível de falhas, erros e equívocos como todos nós.
É uma história de solidão e sobrevivência, culpa, perda e o poder do perdão. Uma escrita visceral onde sentimos a presença de tudo, os odores, o vento, o tempo. Nada passa desapercebido.
Sua prosa refinada com altas doses de terror psicológico está muito bem representada na edição que a DarkSide® Books entrega a seus leitores em 2015. Ela queria se isolar de tudo e todos, mas agora está cercada pela crueldade do silêncio e a mais pura manifestação da natureza. O ciclo da vida é muito mais assustador quando o fim ecoa dentro de nós. Prepare-se para descobrir uma grande autora, e um livro à sua altura.

Cláudia Trigo

sexta-feira, 13 de março de 2015

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert


"- Olhe, escrever ou lutar boxe é praticamente a mesma coisa. Ficamos em posição de guarda, decidimos nos lançar à batalha, erguemos os punhos e investimos contra o adversário. Um livro é bem parecido com isso. Um livro é uma batalha."

Mais um livro que entrou na lista de meus favoritos.
"A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert",de Joël Dicker, editora Intrínseca, foi um "achado". Não compraria o livro pela capa de jeito nenhum (horrível!), e o preço não estava ajudando em nada. Só veio fazer parte da minha coleção depois de muita insistência da minha filha Carol (e como insistiu!). Pior ainda foi quando passamos pelo caixa da FNAC e o preço nem era o visto na máquina: era mais caro ainda. O preço visto era só para clientes FNAC (decepção total!). Tive nesse momento a segunda e última chance de desistir dele, mas me mantive firme e forte e fui em frente. Foi a melhor compra desse ano (pelo menos até agora!).

A história acontece em dois momentos distintos, vai e volta o tempo todo. Em 30 de agosto de 1975, na pequena cidade de Aurora, em New Hampshire, a adolescente Nola Kellergan, de quinze anos, é vista pela última vez sendo perseguida na floresta. Ela nunca mais é encontrada.
Trinta e três anos depois, Marcus Goldman, um jovem escritor de sucesso, deixa Nova York para ir a Aurora encontrar seu amigo e professor, o respeitado romancista Harry Quebert, na esperança de conseguir se livrar de um bloqueio criativo. Mas Marcus é surpreendido quando Harry é repentinamente - e de forma sensacionalista - acusado do assassinato de Nola, com quem , ele admite, teve um caso na época. Com a mídia inteira contra Harry, Marcus se lança numa investigação particular, seguindo uma trilha de pistas através dos livros de seu mentor, dos bosques, das praias e das áreas isoladas de New Hampshire em busca da história secreta dos cidadãos de Aurora e do homem que tanto admira.
Para salvar Harry, sua carreira literária e - por fim - sua própria pele, Marcus precisa responder a três perguntas, todas misteriosamente conectadas: quem matou Nola Kellergan? O que aconteceu no verão de 1975? E como escrever um romance verdadeiramente bem-sucedido?
"A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert" é um livro impossível de você largar. É uma história muito bem construída, com personagens cativantes e enigmáticos, num cenário bucólico e apaixonante, com enredo de tirar o folego. É aquele livro que não deixa suas expectativas caírem nem por um instante. Com suas 565 páginas, foi devorado em três dias (e haja noites sem dormir!), mas valeu a pena.
Mas mesmo o livro sendo muito bom, continuo com a mesma impressão da capa: HORRÍVEL! rsrs

Cláudia Trigo

domingo, 8 de março de 2015

Suicidas (para mentes sanas)


"Hoje é a primeira vez que pisaremos em Cyrille's House sem a presença dos nossos pais. Também não poderia ser diferente. Não estamos indo para brincar no balanço ou nadar na piscina, enquanto nossas mães conversam sobre a última moda em Paris. Desta vez, iremos por algo muito mais sério. Nós decidimos nos matar."

"Suicidas", editora Benvirá, surpreendente!
Bem-vindo esses "megas" escritores brasileiros que estão crescendo em nosso mercado. Coisa boa demais!
Adoro falar sobre NOSSA literatura, me causa uma alegria sem limites. ADORO ver o quão grande estão!
Falar de "Suicidas", de Raphael Montes, tem a mesma grandeza de citar grandes escritores do momento.
O livro tem um enredo que fica complicado de respirar. Em dois dias degustei um suspense que mudei de opinião o livro todo. A cada momento pensava em um desenrolar diferente. Foi cômico se não tivesse sido tão trágico!
 Pessoal, vale MUITO a pena conferir. Ele vai te prender do começo até o fim, e passa por momentos diferentes. Você vai e volta em suas conclusões, vai se consumindo até não aguentar mais, e vira também um "potencial" "Suicidas", preste a desistir de tantas tentativas frustadas!
O livro tem três momentos diferentes, um deles não cronológico.
O primeiro se trata de um diário, outro de entrevistas de uma delegada com as mães das vitimas e o último de um "suposto" livro que uma das vitimas escrevia durante o "processo" de suicídio coletivo.
O livro é uma loucura completa, uma ansiedade que nós, leitores, adquirimos durante o processo de digestão da história.
Foi uma grata surpresa!
Uma leitura que recomendo e sugiro de imediato.
Se gosta de noites de questionamento, este é "O" livro. Me pego inúmeras vezes pensando nele e no desenrolar de todo enredo. Me surpreendeu, mas não consigo pensar num final diferente!
Vale muito cada minuto de sono perdido tentando chegar ao final, e depois , no final, torcendo, implorando para NÃO acabar. Não, não acabe, pelo amor de Deus!
Muto bom! Recomendo... (para mentes sãs, rsrsrs!).
Boa leitura, e vamos lá...

Cláudia

domingo, 1 de março de 2015

Novos rumos

PESSOAS, à partir de hoje iniciaremos uma nova caminhada do "olhar".
O Blog vem lotado de novidades para 2015 - já que 'teoricamente', o ano só começa depois do carnaval para o povo brasileiro.
Teremos alguns 'cantinhos' para nossos observadores deixarem suas sugestões para resenharmos. Escolheremos um por mês e dividiremos essa troca de olhares!
Teremos outro cantinho, no qual compartilharemos os lançamentos do mês e dentro disso ainda, vamos escolher alguns para resenhar...
Para nós, livro é sinônimo de efêmero, e efêmero é tudo que há de mais absoluto em nossas vidas.
Acordamos livro. Almoçamos livro. Jantamos livro. Dormimos livro. Literalmente!
Escrever sobre eles é um prazer tão grande quanto comer chocolate, e os dois juntos é melhor ainda.
Acho redundante demais dizer que livro é uma paixão, pois paixão já se auto define como livro.
Gostaríamos aqui de poder compartilhar com vocês essa nova jornada cheia de expectativas, pois a ideia aqui não é se tornar grande, mas deixar que o grande se torne o olhar!
O olhar de quem vê a história de um jeito diferenciado, muito além do óbvio, já que o óbvio é nossa rotina.
Queremos nos afastar do comum e cair nas graças do diferente, daquilo que ninguém percebeu porque foi olhada em vez de apenas ser vista. Foi escutada e não somente ouvida.
Gostaríamos de conseguir ter nossos observadores mais próximos, e mais próximos deixaríamos de ser apenas leitores para nos tornarmos estrangeiros na terra do nunca; e quem sabe um flâneur caminhando pelas ruas, descobrindo o novo no velho, o mágico no óbvio, o belo no feio!
Eis O OLHAR!
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Cláudia Trigo